domingo, 19 de novembro de 2017

Médias em Medicina - Portugal e Europa [para iluminados]

No site CasiMédicos é possível verificar as médias (as notas de corte) de medicina em Espanha.
A média em Madrid, por exemplo, ultrapassou 12,6 (de 0 a 14) em 2015. Na Catalunha, porém, encontram-se médias mais baixas.
Por norma, são necessárias médias entre 15 e 18 valores em Portugal para se conseguir entrar em medicina em Espanha.

Estudar Medicina em Espanha

Estudar medicina é um desafio difícil em qualquer parte do mundo, mas na altura de escolher, saiba primeiro quais os melhores países para estudar medicina.
Em Portugal, este sempre foi um curso difícil ao nível 

OS 4 MELHORES PAÍSES PARA ESTUDAR MEDICINA

LETÓNIA

A Letónia tem sido um destino crescente na escolha dos alunos para cumprir o curso de medicina. Isto porque uma das grandes vantagens é o fato de ser um dos países com propinas mais baixas. Um curso de medicina de seis anos pode rondar os 51 mil euros no total.
Outra das grandes vantagens é o fato de não existir uma média de entrada. O candidato só terá de fazer exames de Biologia, Química e Matemática.
Por outro lado, a vida nos países de leste é muito mais barata do que a média europeia, o que facilita muito uma longa estadia por lá e os coloca no top dos melhores países para estudar medicina.
Conheça aqui uma das melhores universidades da Letónia, a RSU.

REPÚBLICA CHECA

A história da República Checa no ensino da medicina já é longa, sendo um país com fortíssimas tradições neste ramo.
As duas melhores e mais antigas universidades do país para tirar o curso de medicina, são a Charles e a Palacky University. De ressalvar que a Charles University é considerada uma das mais bem posicionadas universidades do mundo.
Outras vantagens de estudar na República Checa são o custo de vida reduzido, a localização geográfica e a diversidade académica que a região oferece.

ESLOVÁQUIA

Não é, ainda, um dos destinos mais procurados na Europa para o estudo de medicina, mas é sem dúvida um destino a descobrir. Vantagens? Sim, muitas, nomeadamente o fato de ser uma excelente alternativa para fazer o curso de medicina a um custo inferior à média europeia.
Atualmente, sabe-se que a Eslováquia cobra 8500 euros de propinas anuais, sendo os livros fornecidos pela própria universidade.
Pavol Jozef Safarik University (PJSU) é uma universidade de excelência, reconhecida essencialmente pelos seus conteúdos.

HUNGRIA

A Hungria está no top dos sítios mais procurados nos últimos anos para tirar o curso de medicina. Sendo também um destino barato para viver, as propinas são um pouco superiores à média praticada no leste.
No entanto, uma das vantagens é que os protocolos praticados com as universidades da Hungria acabam por possibilitar aos alunos estudar um ano nos Estados Unidos da América. A partir do terceiro ano, é também é possível estudarem um ano em Portugal, através do programa Erasmus.
Se pretender estudar medicina na Hungria, prepare cerca de 60 mil euros para as propinas.de acessibilidade, uma vez que as médias em território nacional nunca andam abaixo dos 18 valores.
Esta realidade faz com que muitos jovens partam, todos os anos, em busca de cumprir o seu sonho além-fronteiras, porque a verdade é que têm sido emergentes os países onde existem condições mais acessíveis para tirar um curso de medicina.

sábado, 18 de novembro de 2017

A Declaração de Compromisso


Vejamos:


Quem entrou no quadro desde 2010 será reposicionado em janeiro de 2018 no escalão correspondente ao seu tempo de serviço (no entanto lembro que os 9 anos, 4 meses e dois dias de serviço estão congelados para todos e até para estes docentes).
Um docente que tenha 20 anos de serviço em 31/12/2017 terá de ver descontados 9 anos, 4 meses e dois dias, pelo que para efeitos de carreira em 1/1/2018 só tem 11 anos, 7 meses e 28 dias. Ao ser reposicionado só poderá ser para o 3.º escalão.
Nesta transição há situações de injustiça para quem vinculou antes de 2010 que são as seguintes:
·         A partir de 2011 a carreira inicia-se no índice 167
·         Este docente ao passar para o 3.º escalão passa ao lado da obrigatoriedade das aulas assistidas do 2.º escalão.
A primeira situação de injustiça decorre da alteração da carreira docente que aconteceu em 2007, com Maria de Lurdes Rodrigues, que alterou apenas para futuro a entrada na carreira sem ter em conta quem já se encontrava nela. No meu caso passei 4 anos pelo índice 151 e quem entra de novo na carreira pode passar-me à frente por não ter de passar por um escalão indiciário que já não existe. Mas é o que determina a nova estrutura da carreira docente.
O mesmo acontece a quem está ainda no 1.º escalão e teve de permanecer os 4 anos no índice 151 ou 3 anos se apanhou a transição da carreira do ECD de 2007.
E aqui sim é que as injustiças vão ter mais visibilidade, pois um docente com menos tempo de serviço poderá passar à frente de alguém com mais tempo de serviço por ter desaparecido esse índice 151.

O Último Apaga a Luz de 17 Nov 2017 - RTP Play - RTP

O Último Apaga a Luz de 17 Nov 2017 - RTP Play - RTP





Façam o favor de ouvir este "nem o qualifico"  Rodrigo Moita Deus [especialista em comunicação] mas deixo para vocês comentarem (forte e feio).

https://pt-pt.facebook.com/rodrigo.moitadedeus/


Rodrigo Moita de Deus nasceu em Lisboa em 1977. Tem três filhos, foi publicitário e jornalista no Semanário e no Euronotícias. É um dos fundadores do blogue 31 da Armada, um dos blogues políticos mais lidos do país. Monárquico, tem várias colunas de opinião e é convidado frequente de conferências nacionais e internacionais. 

OPÇÕES:
SALVAR BANCOS JÁ LÁ VÃO 3
PPP

MAS NÃO HÁ PARA:
SAÚDE
EDUCAÇÃO
DEFESA
PENSIONISTAS
....

RR11

Reserva de recrutamento n.º 11
17 Nov 2017 | Reserva de recrutamento 2017/18 |     
Publicitação das listas definitivas de Colocação, Não Colocação, Retirados e Lista de Colocação Administrativa dos Docentes de Carreira – 11ª Reserva de Recrutamento 2017/2018.
Aplicação da aceitação disponível das 0:00 horas de segunda-feira, dia 20 de novembro, até às 23:59 horas de terça-feira, dia 21 de novembro de 2017 (hora de Portugal continental).
Consulte a nota informativa.


quinta-feira, 16 de novembro de 2017

No dia em que o Governo recuou...


 Milhares de professores aderiram esta quarta-feira à greve e saíram às ruas para exigir a contagem do tempo de serviço quando forem descongeladas as carreiras da Administração Pública. Convocado por Fenprof, FNE e Frente Sindical de Docentes, o protesto teve uma adesão tida como "histórica". Diante da Assembleia da República, ouviram-se gritos de


“não ao apagão”.
Mário Nogueira também contabilizou a adesão à greve por parte de professores do segundo e terceiro ciclo e do secundário. "Para uma greve de professores fechar escolas, tem de ter uma adesão extraordinária"
A Fenprof também mostrou satisfação pelo anúncio do Governo. Mário Nogueira declarou que a greve dos professores foi forte o suficiente para fazer o Executivo sentir o pulso dos docentes.
"Hoje, demos uma resposta absolutamente extraordinária e grandiosa", disse Mário Nogueira.
Discutida em sede de especialidade esta quarta-feira, a proposta de Orçamento do Estado para 2018 não prevê a contabilização do trabalho realizado entre 31 de Agosto de 2005 e 31 de dezembro de 2007, nem entre janeiro de 2011 e 31 de dezembro de 2018.
No entanto, a secretária de Estado adjunta e da Educação garantiu que a recuperação do tempo de serviço vai ser implementada de forma faseada, o que constitui, na prática, um recuo nas pretensões do Governo. Alexandra Leitão anunciou que essa medida vai ser negociada com os sindicatos.
"Vai haver uma forma de a contagem da carreira docente ser, de alguma forma, recuperada. Veremos com os sindicatos com que faseamento", explicou Alexandra Leitão, constatando que a reposição não será contemplada na próxima proposta.
PCP, "Os Verdes" e o Bloco de Esquerda estiveram presentes na manifestação dos professores frente à Assembleia da República e deixaram palavras de apreço à luta dos docentes.
A líder do Bloco de Esquerda reconheceu que a luta dos professores é justa e que aqueles que constroem a escola pública não podem ser ignorados. Catarina Martins defendeu que é missão do ministério da Educação arranjar uma solução para que os docentes não sejam penalizados.
João Oliveira, do PCP, declarou que é inadmissível deitar fora todo o trabalho realizado pelos professores e afiançou que a luta que esta quarta-feira saiu à rua é um dos grandes trunfos para conseguir alcançar objectivos.
Quem os viu e quem os vê:
Já o CDS-PP considerou que as posições tomadas pelos sindicatos são pontos de partida aceitáveis para que as negociações para o descongelamento da progressão de carreiras cheguem a bom porto. A deputada Ana Rita Bessa declarou e expressou o seu apreço pela luta dos professores.
"Agora, o Governo que virou a página da austeridade, que é precisamente o Governo do mesmo partido que as congelou, que encontre as soluções porque é a eles que compete governar. E que assuma as responsabilidades de uma vez por todas e se deixe deste passa culpas constante, que chega até a ser ridículo e na política o ridículo também mata", concluiu Hugo Soares.
Milhares de professores aprovaram, diante da Assembleia da República, uma resolução em que declaram a sua firme determinação em defender a recuperação dos mais de nove anos de serviço em que as carreiras estiveram congeladas.